quinta-feira, 18 de outubro de 2012

XVI WORKSHOP PSICORPORAL INFANTO JUVENIL



01 de setembro de 2012 – ouro branco hotel / João pessoa / pb

   OBJETIVO

FACILITAR A EXPRESSÃO ESPONTÂNEA DO CUIDAR A PARTIR DO LÚDICO CORPORAL VIVENCIAL, CONTRIBUINDO NO PROCESSO PREVENTIVO DA QUALIDADE DO POTENCIAL ENERGÉTICO QUE SE REFLETE NA ALEGRIA DE VIVER.


PÚBLICO ALVO



CRIANÇAS E ADOLESCENTES DE 08 A 15 ANOS.


 COORDENAÇÃO GERAL



IARA DA SILVA MACHADO – PSICÓLOGA CLÍNICA. CRP13/2262

 FACILITADORA TÉCNICA


MARILURDES DOMINGUES DE QUEIROZ – PSICÓLOGA CLÍNICA. CRP13/5021

   FACILITADORA DA ÁREA DE COMUNICAÇÃO


IRALDIZA DA SILVA MACHADO – PUBLICITÁRIA

  OFICINA DE YOGA



INSTRUTORA: JUSTINA FERREIRA LOPES

OFICINA AQUÁTICA






EDUCADORAS FÍSICAS: ANA DE LOURDES CORTES & ROSA DE LOURDES CORTES FREITAS




OFICINA LÚDICA PSICORPORAL






PSICÓLOGA: IARA DA SILVA MACHADO

VIVÊNCIA DE BIODANÇA






FACILITADORAS: ROSSANA LOPES & VIRGIVANE FEITOSA






“TODA CRIANÇA TRAZ EM SI A MENSAGEM DE QUE DEUS NÃO DESANIMA.”
(TAGORE)

PROCESSO DE MEMÓRIAS PROFUNDAS - DMP





segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Ciclo de Palestras 2012 Momento de Mudança Planetária



Ciclo de Palestras  2012 Momento de Mudança Planetária
A UNIPAZ PERNAMBUCO
Convida você na próxima quarta-feira,  10 de outubro, horário de 19:30h às 21:30h, em sua sede, para palestra
CORPO E RECONHECIMENTO DA NOSSA HISTORIA 
com JAYME PANERAI ALVES - psicólogo, membro do Libertas.
Uma abordagem para orientar o encontro com nossa inteireza a partir de nossa memória mais arcaica: o corpo. Uma reflexão da nossa historia presente no corpo e seus efeitos no cotidiano e na saúde.
 
 
 Entrada
 2 kilos de alimento ou material de limpeza.
A Unipaz Pernambuco tem como missão disseminar uma Cultura de Paz considerando a ecologia pessoal, social e ambiental através do "Cuidar do Ser" com base na abordagem sistêmica desenvolvida pela Universidade Internacional da Paz, fundada por Pierre Weil.

Endereço: Rua Enéas de Lucena 244, Encruzilhada, Recife PE.

O ENNEAGRAMA NO DMP


   
     As  nove  paixões  do  Enneagrama aplicadas ao Deep Memory Process/DMP

Preâmbulo

Esse texto destina-se aos graduados em DMP ou a pessoas que participaram de pelo menos dois módulos do treinamento.

2011 foi um ano marcado para nós pela inesperada passagem de Roger Woolger.

Assumi, no Brasil, com o apoio de vários colegas reunidos do Comitê Brasileiro e Internacional de DMP,  a responsabilidade de dar continuidade ao seu trabalho  e assim  tenho feito prosseguindo com as formações em alguns locais do país.

Há algum tempo atrás, numa reunião em São Paulo com Marilena Bigoto e Alberto Boarini, Marilena, uma especialista no enneagrama e também assistente do Roger, pensou em oferecer um novo trabalho para todos os graduados.

Sugeri então explorar o Enneagrama da Personalidade através do DMP, para dar continuidade e aprofundar o nosso trabalho de autodesenvolvimento, treinamento e formação.

Minha trajetória

A proposta é oferecer a todos os graduados em DMP, um ciclo avançado de quatro módulos e meio no qual exploraremos as nove paixões do enneagrama usando, para induzir as regressões, as fixações de caráter, que definem aquilo que costumamos chamar de humano.
Para os ainda não familiarizados, essas são as 9 paixões do enneagrama:

                             
 1.Ira                                                  
 2. Orgulho                                   
 3. Falsidade ou Auto-Engano     
 4. Inveja                                       
 5 . Apego ou Avareza  
 6. Medo   
 7. Desmesura ou gula  
 8. Luxúria   
 9. Indolência ou Preguiça


 1.  Enneagrama - O Primeiro Elemento

Em 1987, quando fui apresentado ao enneagrama por Doro, meu mentor em terapia, esse conhecimento pertencia a uma tradição “secreta”, transmitida somente por via oral. Doro tinha participado dos dois primeiros encontros na Arica, Chile, durante o qual Oscar Ichazo entregou aos participantes os fundamentos do enneagrama. Doro tinha também colaborado e sido aluno de Cláudio Naranjo, outro nome fundamental na divulgação desse antigo sistema sufi .

O enneagrama, como diagrama de infinitas funções, foi entregue por Gurdjeff, no início do século XX, mas não era ainda usado por ele como uma tipologia psicológica.  Somente um esboço pouco esclarecedor havia sido até então publicado, em 1975, em “Transpersonal Psychologies” por John C. Lilly e Hart.

Assim tive o privilégio de ser apresentado a esse conhecimento quando ele ainda não havia sido alterado, adaptado, modificado, reinterpretado e, as vezes, adulterado por uma miríade de livros e autores, a partir da primeira publicação do livro de Helen Palmer, ela mesma aluna de Naranjo, em 1988.

Hoje, o enneagrama tornou-se lugar comum e ferramenta privilegiada de coachers e consultores empresariais de todos os matizes. 

Sugiro que o enneagrama repita no mundo pós-moderno o caminho que ele mesmo afirma descrever, ou seja, o caminho da queda do paraíso para o mundo da consciência e dos conflitos. Assim, o enneagrama deixou de ser um ensinamento sagrado e secreto para tornar-se uma ferramenta de otimização de lucros empresariais. A força da gravidade, gravitas, como gostava de dizer Roger, parece de fato ser inexorável, nesse fundo de poço, Kali Yuga, a cosmológica Idade de Ferro hinduísta, na qual a humanidade se encontra.

Assim não trabalhei e estudei o enneagrama através livros, que não existiam naquela época, mas através de uma prática oral e vivencial durante infindáveis sessões de terapia em grupo, muitas vezes imerso  em intensos estados alterados de consciência. Aprendi olhando para mim e para meus colegas durante essas experiências.

 2.  DMP - O Segundo Elemento

O DMP trabalha complexos existenciais e traumas através de um psicodrama individual. Todos nós conhecemos e apreciamos seu imenso potencial de transformação e a profundidade de seu alcance  na cura da psique e alma.
  
3.  DMP + Enneagrama - Uma síntese

Não tenho conhecimento de um trabalho que una essas duas poderosas abordagens de autoconhecimento. Minha proposta é reunir grupos de dmpistas certificados para explorarmos juntos o potencial terapeutico e de autoconhecimento dessa síntese.

Para unir as duas, será agregada uma literatura psicológica-espiritual-filosófica,  já que o autoconhecimento pode ser, além de um trabalho psicológico, também ferramenta de crescimento espiritual e filosófico. Aqui me identifico com o sufismo iraniano da época de um Rumi, Ibn-Al-Arabi e Suhrawardi, sábios que postulavam que um místico deve ser  sempre também um filósofo.


O Projeto Piloto :

Para introduzir o projeto, teremos um workshop de fim de semana


O Enneagrama no DMP:  A Inveja


                             Com Marco André Schwarzstein



 A inveja é a mais vergonhosa e portanto oculta e inconsciente das paixões humanas. Muitos se reconhecem vaidosos, preguiçosos ou gulosos, porém é raro alguém se declarar invejoso. Portanto a inveja está presente em todas as nossa rixas com o Outro, envenenando nossas vidas e intoxicando o planeta.

Serão sugeridas leituras preparatórias opcionais. Não pretendo “ensinar” a teoria e a prática do enneagrama. Claro que passaremos também por ele mas o enfoque, como ensinou Roger, será eminentemente prático. Vamos estudar a inveja em regressões: estudaremos formas de indução e de cura para nossas histórias invejosas, presentes e passadas.

Como livro recomendado para esse módulo, sugiro “A Cabala da Inveja”, de Nilton Bonder.

Bonder, um rabino da linhagem dos hassidins (os piedosos), escreveu um livro breve e brilhante sobre o tema. E isso vai abrir portas para uma terceira inserção em nossos estudos, o tradicional ensino da Cabala.

A partir desse final de semana, de sua repercussão e do interesse despertado, poderemos discutir conjuntamente o formato dessa formação avançada:  

“O Enneagrama no DMP”.

Fico à disposição de vocês para qualquer informação adicional.

Com um abraço,

Marco André Schwarzstein

marcndre@gmail.com
(061) - 99755969





segunda-feira, 17 de setembro de 2012

AMAR PODE DAR CERTO!


O despertar do AMOR consciente nesta existência aconteceu quando lhe senti fluindo em MIM.

(A você filha da minha Alma: RAIZA, na estrela aonde você brilha agora).
Iara da Silva Machado

O amor é uma viagem para dentro de nós, em busca de respostas que nos revelem o que está certo conosco, mesmo que o outro esteja sendo desleixado com nosso amor.

Como dizia o escritor Antoine de Saint- Exupéry, “o amor é o processo em que você me mostra o caminho de retorno a mim mesmo”.

Nas quatro letras da palavra amor esconde-se um significado tão profundo que, às vezes, ao procurarmos conceituar o sentimento, torna-se inevitável que o limitemos.

Temos, porém, que fazer aquilo que Clarice Lispector dizia: “Todos os dias, quando acordo, vou correndo tirar a poeira da palavra amor”.

O amor é mais que o encontro de dois corpos, muito mais que a união física entre duas pessoas. É a própria consciência da Existência: a crença nas forças divinas, que cuidam de todo o Universo e nos levam um ao outro com a mesma fluidez com que aproximam uma nuvem de uma montanha, que nos proporcionam uma força sobre-humana, que dão energia ao vento, ao mar e a chuva e que nos tornam grandes como pinheiros gigantescos.

No amor seguimos um caminho, realizamos uma história, cujo final só vamos conhecer plenamente quando a completarmos.

A única certeza que temos é a de que o amor é uma condição inerente ao ser humano. Assim como a flor emana o seu perfume, o homem e a mulher naturalmente exalam o amor.

Isso é tão inevitável quanto é impossível proibir a terra molhada de desprender seu cheiro.

O poeta Angelus Silesius escreveu um poema que nos faz pensar na gratuidade do amor, que é o que melhor o define:

A rosa não tem por quê.
Ela floresce porque floresce.
O mesmo acontece com o amor.
O amor não tem por quê.
Ele floresce porque floresce.

Fonte: Amar pode dar certo. Roberto Shinyashiki & Eliana Bittencourt Dumêt. Editora Gente. P. 31-32.

PARA O BLOG: anahataespacoterapeutico
SETEMBRO/2012  

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

HOMENAGEM A MINHA FILHA RAIZA

HOMENAGEM A MINHA FILHA RAIZA, SE ESTIVESSE ENCARNADA ENTRE NÓS ESTARIA FAZENDO 19 ANOS HOJE.

ROSAS PARA VOCÊ FILHA AMADA!

DA MAMÃE IARA

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

CURANDO FERIDAS DA ALMA


IARA DA SILVA MACHADO
O médico psiquiatra e psicanalista Gerald Epstein, em seu livro Imagens que curam diz que,
Assim como a intuição, o pensamento em forma de imagens mentais é um tipo de pensamento não-lógico. O pensamento lógico e discursivo é utilizado para fazermos contato com as outras pessoas no cotidiano e com aquilo que pode ser chamado de realidade objetiva. As imagens mentais são um tipo de pensamento usado para fazermos contato com nossa realidade subjetiva interna. (1990, p.13-14).
Logo, nos processos de aprendizagem diária, nas relações doméstico familiares, profissionais e sociais as pessoas são convidadas a experimentar trocas afetivas positivas e negativas, a depender dos valores, crenças e posicionamentos que tenham assimilado ao longo da vida. Dessa forma, as pessoas possuem um acervo de memórias, que enquanto linguagem pode ser traduzida em imagens, verdadeiros quadros vivos felizes ou dolorosos que impregnam o presente, muitas vezes, interferindo negativamente na qualidade de vida do Ser.
Os estados emocionais negativos são imagens de convicções negativas. A natureza desses estados parecem ser mentais. As pessoas que assumem para si a tarefa de se amarem, se desvitimizarem, e estendem essa perspectiva para o universo, percebem que o universo lhes responde. A antiga sabedoria judaico-cristã diz que a cada momento de nossa existência somos intimados a escolher entre a vida e a morte, optar pela vida é o sentido de se estar vivo. Quando escolhemos a vida via convicções positivas, nos alinhamos com os ritmos, a harmonia, a abundância e a graça do universo. (EPSTEIN, 1990, p.235-236).
Curar feridas da alma é estabelecer contato consciente com os sentimentos dolorosos e escolher re-significá-los através de imagens que aliviem a impressão e a história sofrida. Não se trata de negar ou mascarar a realidade objetiva, e sim a partir dela fazer um caminho de ‘limpeza emocional’, com visualizações benéficas, desse modo, por exemplo, um coração machucado pela experiência da separação, do luto, da perda, pode ser imaginado sendo curado pela energia do Amor Maior, como uma luz branda e suave, de coloração violeta, que semelhante a uma brisa toca o coração e o costura nas mãos divinas da fé. Exercícios bem dirigidos, com pessoas capacitadas nos diversos segmentos médico, terapêutico, comunitário e religioso podem auxiliar na maturação da visão de que o Ser Humano está na Vida para aprender a reconhecer sua essência.