sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

ENTÃO É NATAL!

Iara da Silva Machado


MAIS UM CICLO SE COMPLETA, ANUNCIANDO O NOVO QUE COMEÇA...
QUE SEJA UM MOMENTO DE REFLEXÃO: UMA GESTAÇÃO
QUE SEJA UM MOMENTO DE PERDÃO: UM NASCIMENTO
QUE SEJA UM MOMENTO DE ENTREGA: UM BEBÊ
QUE SEJA UM MOMENTO DE FÉ: UMA CRIANÇA
QUE SEJA UM MOMENTO DE ESPERANÇA: A JUVENTUDE
QUE SEJA UM MOMENTO DE CARIDADE: A MATURIDADE
QUE SEJA UM MOMENTO DE SUPERAÇÃO: A VELHICE
QUE SEJA UM MOMENTO DE HUMILDADE: SER APRENDIZ
QUE SEJA UM MOMENTO DE RENOVAÇÃO: UMA PHOENIX
QUE SEJA UM MOMENTO DE PAZ: UMA PRECE
QUE SEJA UM MOMENTO DE LUZ: O NASCER DO SOL
QUE SEJA UM MOMENTO DE AMOR: O COLO DE MÃE
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM O TAO
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM JESUS
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM BUDA
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM OLORUM
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM MAOMÉ
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM CONFÚCIO
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM ALLAN KARDEC
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM MADRE TERESA DE CALCUTÁ
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM CHICO XAVIER
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM SAI BABA
QUE SEJA UMA PAUSA PARA VIBRAR COM DALAI LAMA
QUE SEJA UMA PAUSA PARA DEUS EM NÓS!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

O PROCESSO DE DESENCARNE

AULA NA JUVENTUDE DA UEDVL -  UNIÃO ESPÍRITA DIOGO DE VASCONCELOS LISBOA. 
FACILITADORA: IARA MACHADO.


A LÓGICA DA REENCARNAÇÃO

AULA NA JUVENTUDE DA UEDVL - UNIÃO ESPÍRITA DIOGO DE VASCONCELOS LISBOA.

FACILITADORA: IARA MACHADO.




domingo, 20 de novembro de 2011

PREPARE SUA CRIANÇA PARA SER CONFIANTE E FIRME

Deixe-a fazer escolhas, apóie suas decisões, leve-a a acreditar na própria capacidade. É assim que ela deve ser educada para enfrentar desafios no futuro.

Lélia Chacon
Aprender a dizer não compreende fazer escolhas, cabe aos pais, como primeiro passo, oferecer alternativas aos filhos. Isso é sempre possível, até para um bebezinho. Não tem hora, por exemplo, que ele decide soltar o peito no meio da mamada, porque quer acompanhar um movimento ou um novo barulhinho! Então respeitar esse desejo, em vez de obrigar o bebê a voltar ao peito, por impaciência ou rigidez, já significa dar opções ao seu filho. E é por aí que se começa, também, a estimular a criança a expressar as próprias vontades, a se comunicar e a dizer o que pensa.
A mesma mensagem pode ser reforçada, um pouco mais tarde, em várias outras situações, como nos momentos de brincadeiras. A peça do quebra-cabeça que seu filho não consegue encaixar, por exemplo, pode provocar lágrimas de frustração. É a oportunidade para você convidá-lo a enfrentar uma situação difícil, mas não comece perguntando o que ele fez de errado, e sim o que saiu errado. Depois, você pode sugerir as alternativas corretas para o encaixe da peça, deixando que ele escolha a melhor e dê a solução ao problema. Assim, uma situação ruim terá sido contornada com sucesso, passando confiança à criança na própria capacidade de fazer boas escolhas e tomar decisões – habilidades fundamentais para dizer não.
Outro fator importante é a tentação para os pais ocupados de fazer as coisas pela criança, porque é mais rápido e fácil. Mas resistir a essa atitude faz toda a diferença na vida de seu filho, pois é fazendo que ele aprende a pensar e a agir. Por isso, quando você não o deixa comer sozinho, não permite que ele escolha a roupa que quer vestir ou se adianta a pegar o brinquedo antes que ele possa alcançá-lo, está simplesmente bloqueando a capacidade de seu filho de pensar e agir. Quando os pais têm paciência e ficam mais na retaguarda, dando apoio e confiança às pequenas iniciativas e escolhas da criança, o resultado é que ela tenderá a pensar e agir de forma mais criativa e, no futuro, conseguirá se afastar da pressão do grupo para tomar decisões mais independentes. Pais mais dispostos a incentivar em vez de coibir, a elogiar em vez de criticar, ensinam o filho a ter bons sentimentos sobre si mesmo e a expor suas idéias com mais segurança.
Pais que sabem ouvir também estimulam a criança a dizer o que pensa. Se o seu filho quer uma informação, por exemplo, pergunte antes o que ele já sabe sobre o assunto. Assim você estimula a conversa e ele aprende que sua opinião tem importância. Nessa ou em qualquer outro tipo de conversação, ouça, preste atenção, não interrompa e, principalmente, não julgue nada até que a criança peça sua opinião. Desse jeito, ela se sentirá mais confortável para tirar dúvidas e até mostrar dificuldades.
Disponibilidade de tempo e “clima” (afetividade) também contribuem para o sucesso dessa comunicação. Com irritação ou afobação, a conversa acaba rapidinho e você só consegue fazer seu filho acreditar que o que ele diz não interessa ou que ele próprio não é importante. Se não há tempo, combine com a criança outra hora para o bate-papo e não esqueça de cumprir o trato. Mas se pode conversar, procure sempre valorizar ao máximo seu pequeno interlocutor – fique na altura dele, olhe em seus olhos, pegue sua mãozinha ou toque em seus ombros se vocês estiverem caminhando juntos. São todos sinais de reconhecimento, que levam a criança a se sentir cada vez mais autorizada a dar opiniões e a expressar sentimentos. São também sinais de afetividade, capazes de ajudar seu filho a ter bons sentimentos sobre si mesmo. E a criança com boa auto-estima tem mais iniciativa, toma decisões com mais confiança e diz não com mais tranqüilidade.
A criança que está maturando bem esses eixos do desenvolvimento:

·    Faz o que é preciso com independência, sem que você fique atrás todas às vezes, repetindo ordens;
·        É capaz de brincar, estudar ou fazer tarefa sozinha, mas, se necessário, pede ajuda sem problema, pois não tem medo de se expor;

·         Cumpre o que diz;
·         Reconhece os erros, sem culpa excessiva sobre si mesma ou nas outras pessoas;
·    Consegue escolher entre várias alternativas a tomar decisões diferentes daquelas comuns da família, dos amigos, da turma ou do professor;
·         Respeita os limites dos pais e as regras sociais;
          Gosta de si mesmo.
Fonte: Psicóloga Clínica Iara Machado, associado à adaptação da Revista Crescer em Família.
Ano 6 – Nº 68. 


sábado, 12 de novembro de 2011

SER OU PARECER? EIS A QUESTÃO

Por: Iara da Silva Machado
Estamos na “era do descartável”, relações relâmpagos, encontros contratos, o certo parecendo errado e o errado parecendo certo...
O sentido de humanização na juventude precisa ser novamente focado com urgência para que os adolescentes tenham o direito de vivenciar os conflitos naturais de se sentir gente, saindo da ilusão, como convida o Roberto Shinyashiki, de que parece que todo mundo é bem-sucedido, todo mundo fez fortuna com idéias sensacionais, todo mundo superou barreiras intransponíveis, todo mundo é um exemplo a ser seguido, todo mundo ficou famoso de uma hora para outra, todo mundo escreve livros perfeitos, parece que todo mundo é super, todo mundo é o máximo. Parece que ninguém chora.
Ninguém se emociona fora de hora, ninguém fraqueja, ninguém comete falhas, ninguém dá uma bola fora, ninguém está fora do padrão de beleza ideal.
É importante resgatar para os jovens os princípios reflexivos de que cada ser é único e apresentam talentos e habilidades positivas em potencial. Cada um é portador de possibilidades de ação produtiva no mundo, sobretudo, que todos podem exercitar essas competências, desde que, sejam dadas as condições mínimas adequadas para que elas venham à tona.
Assim, estaremos contribuindo para que a proposta do Roberto Shinyashiki, em seu livro Heróis de Verdade se consolide, quando sugere que os heróis de verdade são as pessoas que sabem que ser é mais do que parecer; que amar não é só um sentimento, e sim um jeito de tratar a pessoa amada; quando um dos dois perdem todos perdem juntos; que é melhor uma derrota honesta do que uma vitória sem escrúpulos; que pedir desculpas engrandece a alma, e que sejam capazes de chorar de saudade, de vibrar com uma noite estrelada, de aprender com o sorriso de uma criança, de falar com Deus com alegria no coração. Sejam capazes de ser simples, com o olhar sincero e o coração grande. O tipo de gente que não precisa de aplauso para ter uma noite de sono de paz!
O jovem pode aprender que o verdadeiro bem estar social está relacionado à consciência de não precisar seguir o modelo de ser dos outros, ou seja, descobrir o seu próprio potencial individual, que é a sua contribuição pessoal para o mundo: Sua marca positiva da Alma!
O sentido de ser nesta ordem de aprendizado tem chance de sobrepor o parecer, favorecendo a construção de uma sociedade mais ética, amorosa e verdadeira.