terça-feira, 13 de maio de 2014

ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL!

13 DE MAIO
 
ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL!


VIVA COM ALEGRIA - O BUDA

VIVA COM ALEGRIA
AMOROSAMENTE
MESMO ENTRE AQUELES QUE ODEIAM

VIVA COM ALEGRIA
COM SAÚDE
MESMO ENTRE AQUELES QUE SOFREM

VIVA COM ALEGRIA
EM PAZ
MESMO ENTRE OS PERTURBADOS

OLHA PARA SEU INTERIOR
PERMANEÇA SERENO
LIVRE DO MEDO E DO APEGO,
E CONHECE A DOCE ALEGRIA DO CAMINHO
 
 
SÓ É VERDADEIRAMENTE LIVRE AQUELE QUE APRENDEU A OBEDECER. (ANDRÉ LUIZ)

SEJA LIVRE!!!

SA-RA-VÁ!
(Força que movimenta energia!)

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A RODA DA CURA

Iara da Silva Machado
Todo lugar é um lugar sagrado. Cada centímetro da Mãe Terra possui uma energia especial que está em conexão com algum ser vivo e merece, portanto, ser honrado. A Roda de Cura é uma expressão física do conhecimento desta verdade e pode ser usada para estabelecer um espaço sagrado ritualístico. É constituída pelo posicionamento em círculo, de doze grandes pedras, a intervalos regulares, como os números indicadores das horas no mostrador de um relógio.
A disposição das pedras segue as direções do SUL, o lugar da criança, onde a vida começa, depois o OESTE, em seguida o NORTE, e finalmente o LESTE. As energias penetram pela porta Oriental.
A Roda de Cura é utilizada para manter unidas as energias da natureza viva, o Povo de Pedra, a Mãe Terra, o Pai Céu, o Avô Sol, a Avó Lua, a Grande Nação das Estrelas, os Subterrâneos, o Povo-em-Pé (As Árvores), os Duas Pernas (Os Humanos), os Irmãos e Irmãs do Céu e os Seres-Trovão. São todos nossos parentes.
Uma cerimônia é uma forma de reconhecer, admitir e louvar as conexões existentes entre todas as formas de vida, expressando a gratidão pelos cantos, danças e rituais diversos. Ela é sempre realizada sob a orientação e proteção do Grande Espírito e do Grande Mistério.
A Roda de Cura é um símbolo da Roda da Vida, em perene movimento, trazendo sempre novas lições, as novas verdades a medida que avançamos no Caminho.
A Roda de Cura nos ensina que todas as lições da vida são válidas, bem como todos os dons e talentos que foram concedidos pelo Grande Mistério.
A Roda de Cura é um caminho para a Verdade, a Paz e a Harmonia. A roda nunca para de rodar. A Vida não tem fim!
Vivenciando as experiências da Boa Estrada Vermelha, aprendemos a Lição desta vida, aprendemos o que significa, realmente, ser humano.
Esta estrada corta a Roda de Cura, vinda do Sul em direção ao Norte. Depois de passar pelo Portal da Morte, ingressamos na Estrada Azul ou Negra, o mundo dos Avôs e das Avós. Todos continuamos a aprender na esfera espiritual, por meio dos conselhos concedidos àqueles que permanecem na Boa Estrada Vermelha. A Estrada Azul corta a Roda de Cura no sentido leste-oeste.
A Roda de Cura representa a vida, a Vida após a vida, o renascimento e um louvor a cada uma das etapas do Caminho.

Fonte: Adaptado do livro Cartas Xamânicas. Jamie Sams & David Carson. Ed. Racco

DANÇAS CIRCULARES

É com grande alegria que lhes enviamos o calendário das Danças Circulares da UNIPAZ PE, focalizadas por Rose Morais e Jaidene Pires. Nossa proposta é fortalecer a pratica das danças circulares no estado de Pernambuco, por meio de vivências que buscam favorecer o encontro com a essência mutante e em movimento de cada ser e  sua integração harmoniosa com os outros, na constante busca do equilíbrio do amor entre todos os seres. As danças circulares, como manifestação da essência do sagrado dos povos, é um canal fluido de encontro consigo mesmo, com o outro e um caminho na construção da Paz.

A primeira roda acontecerá no dia 
09 de abril e a programação contempla as vivências de rodas regulares, realizadas nas quartas-feiras, de 19:30 às 21:00 horas, cujo valor do investimento é R$ 20,00 por noite; e as oficinas que acontecerão nos sábados, de 08:30 às 18:00 horas (valor a ser informado posteriormente).


Esperamos a tod@s com muita alegria!
UNIPAZ/Recife/PE

CALENDÁRIO DAS  DANÇAS CIRCULARES 2014.

Focalizadoras: Rose Morais e Jaidene Pires

Meses
DIA

Horário


ABRIL
09
19:30 as 21:30
23
19:30 as 21:30

MAIO
14
19:30 as 21:30
21
19:30 as 21:30
24
08:30 as 18:30
JUNHO
18
19:30 as 21:30

JULHO
02
19:30 as 21:30
12
08:30 as 18:30

AGOSTO
09
08:30 as 18:30
13
19:30 as 21:30
20
19:30 as 21:30

SETEMBRO
10
19:30 as 21:30
13
08:30 as 18:30

OUTUBRO
08
19:30 as 21:30
15
19:30 as 21:30
NOVEMBRO
08
08:30 as 18:30

DEZEMBRO
06
19:30 as 21:30
10
19:30 as 21:30
17
19:30 as 21:30
20
08:30 as 18:30


























Endereço: Rua Dr. Eneas de Lucena, Nº 244 – Encruzilhada

Fones: 81- 3244-2742, 9685-2246 (Tim), 8895-1503 (Oi)

AS SETE PENAS DO CAMINHO SAGRADO


IANSÃ & OXUM: O FEMININO MITOLÓGICO DOS ORIXÁS!

OIÁ - IANSÃ NASCE NA CASA DE OXUM
Iara da Silva Machado


Um rei tinha uma filha chamada Ala.
Ele queria casá-la com um príncipe poderoso.
No entanto, a princesa tinha um amante
E do amante ela esperava um filho.
Sabedor do fato, o rei resolveu matá-la.
Numa barca levou a princesa até o meio do rio,
Do rio onde vivia Oxum.
Jogou a princesa no meio do rio, a casa de Oxum.
O rei tinha um papagaio que o acompanhava sempre.
O papagaio tudo presenciou.
Tempos depois, alguns pescadores viram uma caixa boiando no rio.
Foram ver de perto e dentro tinha uma criança.
Assustaram-se com o que viram.
Temerosos, abandonaram seu achado na margem do rio.
Pelo mesmo lugar passou outra embarcação.
Seus ocupantes foram atraídos pelo choro de criança.
Os viajantes recolheram a criança
E a levaram como presente ao rei.
O rei ficou feliz com o presente
E resolveu apresentar a criança ao povo como sendo filha sua.
Ele sentia falta da filha que afogara,
Sentia-se sozinho.
Deu uma festa para apresentar a nova filha que adotara
Quando todos estavam reunidos
O papagaio contou-lhes acerca de todo o sucedido.
Disse que a menina havia nascido na casa de Oxum,
Portanto, deveriam devolvê-la ao rio.
O rei então se deu conta de que a menina era sua neta
E devolveu-a ao rio onde nascera.
A criança cresceu protegida por Oxum.

Essa menina era Oiá - Iansã.
OXUM É CONCEBIDA POR IEMANJÁ E ORUNMILÁ


Um dia, Orunmilá saiu de seu palácio
Para dar um passeio acompanhado de todo o seu séquito.
Em certo ponto deparou com outro cortejo,
Do qual a figura principal era uma mulher muito bonita.
Orunmilá ficou impressionado com tanta beleza
E mandou Exu, seu mensageiro, averiguar quem era ela.
Exu apresentou-se ante a mulher com todas as reverências
E falou que seu Senhor, Orunmilá, gostaria de saber seu nome.
Ela disse que era Iemanjá, rainha das águas, e esposa de Oxalá.
Exu voltou a presença de Orunmilá
E relatou tudo o que soubera da identidade da mulher.
Orunmilá, então, mandou convidá-la ao seu palácio,
Dizendo que desejava conhecê-la.
Iemanjá não atendeu de imediato ao convite,
Mas um dia foi visitar Orunmilá.
Ninguém sabe ao certo o que se passou no palácio,
Mas o fato é que Iemanjá ficou grávida após a visita a Orunmilá.
Iemanjá deu à luz uma linda menina.
Como Iemanjá já tivera muitos filhos com seu marido,
Orunmilá enviou Exu para comprovar se a criança
Era mesmo filha dele. Ele devia procurar sinais no corpo.
Se a menina apresentasse alguma marca,
Mancha ou caroço na cabeça seria filha de Orunmilá
E deveria ser levada para viver com ele.
Assim foi atestado, pelas marcas de nascença,
Que a criança mais nova de Iemanjá era de Orunmilá.
Foi criada pelo pai, que satisfazia todos os seus caprichos.
Por isso cresceu cheia de vontades e vaidades.
O nome dessa filha é Oxum.

Fonte: MITOLOGIA DOS ORIXÁS. Reginaldo Prandi. Companhia das Letras, 2001