Este espaço é uma ponte para trocas discursivas, reflexões, divulgações de trabalhos terapêuticos e vivências transpessoais, comentários e orientações familiares. Um cantinho virtual para aproximar nossas leituras e releituras de valores, percepções e ressignificações. A PROPOSTA É SIMPLES E REVESTIDA DA VONTADE DE PARTILHAS DE EVENTOS E PORTAIS DE CURA QUE POSSAM CONTRIBUIR PARA NOSSAS JORNADAS PESSOAIS MAIS PROFUNDAS. BOA VIAGEM AO CORAÇÃO E A VERDADE DE CADA UM! ABRAÇOS DE PAZ!
quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL!
13 DE MAIO
ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL!
VIVA COM ALEGRIA - O BUDA
VIVA COM ALEGRIA
AMOROSAMENTE
MESMO ENTRE AQUELES QUE ODEIAM
VIVA COM ALEGRIA
COM SAÚDE
MESMO ENTRE AQUELES QUE SOFREM
VIVA COM ALEGRIA
EM PAZ
MESMO ENTRE OS PERTURBADOS
OLHA PARA SEU INTERIOR
PERMANEÇA SERENO
LIVRE DO MEDO E DO APEGO,
E CONHECE A DOCE ALEGRIA DO CAMINHO
SÓ É VERDADEIRAMENTE LIVRE AQUELE QUE APRENDEU A OBEDECER. (ANDRÉ LUIZ)
SEJA LIVRE!!!
SA-RA-VÁ!
(Força que movimenta energia!)
sexta-feira, 18 de abril de 2014
A RODA DA CURA
Iara da Silva Machado
Todo lugar é um lugar
sagrado. Cada centímetro da Mãe Terra possui uma energia especial que está em
conexão com algum ser vivo e merece, portanto, ser honrado. A Roda de Cura é
uma expressão física do conhecimento desta verdade e pode ser usada para estabelecer
um espaço sagrado ritualístico. É constituída pelo posicionamento em círculo,
de doze grandes pedras, a intervalos regulares, como os números indicadores das
horas no mostrador de um relógio.
A disposição das pedras
segue as direções do SUL, o lugar da criança, onde a vida começa, depois o
OESTE, em seguida o NORTE, e finalmente o LESTE. As energias penetram pela
porta Oriental.
A Roda de Cura é
utilizada para manter unidas as energias da natureza viva, o Povo de Pedra, a
Mãe Terra, o Pai Céu, o Avô Sol, a Avó Lua, a Grande Nação das Estrelas, os
Subterrâneos, o Povo-em-Pé (As Árvores), os Duas Pernas (Os Humanos), os Irmãos
e Irmãs do Céu e os Seres-Trovão. São todos nossos parentes.
Uma cerimônia é uma
forma de reconhecer, admitir e louvar as conexões existentes entre todas as
formas de vida, expressando a gratidão pelos cantos, danças e rituais diversos.
Ela é sempre realizada sob a orientação e proteção do Grande Espírito e do
Grande Mistério.
A Roda de Cura é um
símbolo da Roda da Vida, em perene movimento, trazendo sempre novas lições, as
novas verdades a medida que avançamos no Caminho.
A Roda de Cura nos
ensina que todas as lições da vida são válidas, bem como todos os dons e
talentos que foram concedidos pelo Grande Mistério.
A Roda de Cura é um
caminho para a Verdade, a Paz e a Harmonia. A roda nunca para de rodar. A Vida
não tem fim!
Vivenciando as
experiências da Boa Estrada Vermelha, aprendemos a Lição desta vida, aprendemos
o que significa, realmente, ser humano.
Esta estrada corta a
Roda de Cura, vinda do Sul em direção ao Norte. Depois de passar pelo Portal da
Morte, ingressamos na Estrada Azul ou Negra, o mundo dos Avôs e das Avós. Todos
continuamos a aprender na esfera espiritual, por meio dos conselhos concedidos
àqueles que permanecem na Boa Estrada Vermelha. A Estrada Azul corta a Roda de
Cura no sentido leste-oeste.
A Roda de Cura
representa a vida, a Vida após a vida, o renascimento e um louvor a cada uma das
etapas do Caminho.
DANÇAS CIRCULARES
É com grande alegria que lhes enviamos o calendário das
Danças Circulares da UNIPAZ PE, focalizadas por Rose Morais e Jaidene Pires.
Nossa proposta é fortalecer a pratica das danças circulares no estado de
Pernambuco, por meio de vivências que buscam favorecer o encontro com a
essência mutante e em movimento de cada ser e sua integração harmoniosa
com os outros, na constante busca do equilíbrio do amor entre todos os seres.
As danças circulares, como manifestação da essência do sagrado dos povos, é um
canal fluido de encontro consigo mesmo, com o outro e um caminho na construção
da Paz.
A primeira roda acontecerá no dia 09 de abril e a programação contempla as vivências de rodas regulares, realizadas nas quartas-feiras, de 19:30 às 21:00 horas, cujo valor do investimento é R$ 20,00 por noite; e as oficinas que acontecerão nos sábados, de 08:30 às 18:00 horas (valor a ser informado posteriormente).
Esperamos a tod@s com muita alegria!
A primeira roda acontecerá no dia 09 de abril e a programação contempla as vivências de rodas regulares, realizadas nas quartas-feiras, de 19:30 às 21:00 horas, cujo valor do investimento é R$ 20,00 por noite; e as oficinas que acontecerão nos sábados, de 08:30 às 18:00 horas (valor a ser informado posteriormente).
Esperamos a tod@s com muita alegria!
UNIPAZ/Recife/PE
CALENDÁRIO DAS DANÇAS CIRCULARES 2014.
Focalizadoras: Rose Morais e Jaidene Pires
|
Meses
|
DIA
|
Horário
|
|
ABRIL
|
09
|
19:30 as 21:30
|
|
23
|
19:30 as 21:30
|
|
|
MAIO
|
14
|
19:30 as 21:30
|
|
21
|
19:30 as 21:30
|
|
|
24
|
08:30 as 18:30
|
|
|
JUNHO
|
18
|
19:30 as 21:30
|
|
JULHO
|
02
|
19:30 as 21:30
|
|
12
|
08:30 as 18:30
|
|
|
AGOSTO
|
09
|
08:30 as 18:30
|
|
13
|
19:30 as 21:30
|
|
|
20
|
19:30 as 21:30
|
|
|
SETEMBRO
|
10
|
19:30 as 21:30
|
|
13
|
08:30 as 18:30
|
|
|
OUTUBRO
|
08
|
19:30 as 21:30
|
|
15
|
19:30 as 21:30
|
|
|
NOVEMBRO
|
08
|
08:30 as 18:30
|
|
DEZEMBRO
|
06
|
19:30 as 21:30
|
|
10
|
19:30 as 21:30
|
|
|
17
|
19:30 as 21:30
|
|
|
20
|
08:30 as 18:30
|
Endereço: Rua Dr. Eneas de Lucena, Nº 244 – Encruzilhada
Fones: 81- 3244-2742, 9685-2246 (Tim), 8895-1503 (Oi)
IANSÃ & OXUM: O FEMININO MITOLÓGICO DOS ORIXÁS!
OIÁ - IANSÃ NASCE NA
CASA DE OXUM
Iara da Silva Machado
Um rei tinha uma filha
chamada Ala.
Ele queria casá-la com
um príncipe poderoso.
No entanto, a princesa
tinha um amante
E do amante ela
esperava um filho.
Sabedor do fato, o rei
resolveu matá-la.
Numa barca levou a
princesa até o meio do rio,
Do rio onde vivia Oxum.
Jogou a princesa no
meio do rio, a casa de Oxum.
O rei tinha um papagaio
que o acompanhava sempre.
O papagaio tudo
presenciou.
Tempos depois, alguns
pescadores viram uma caixa boiando no rio.
Foram ver de perto e
dentro tinha uma criança.
Assustaram-se com o que
viram.
Temerosos, abandonaram
seu achado na margem do rio.
Pelo mesmo lugar passou
outra embarcação.
Seus ocupantes foram
atraídos pelo choro de criança.
Os viajantes recolheram
a criança
E a levaram como
presente ao rei.
O rei ficou feliz com o
presente
E resolveu apresentar a
criança ao povo como sendo filha sua.
Ele sentia falta da
filha que afogara,
Sentia-se sozinho.
Deu uma festa para
apresentar a nova filha que adotara
Quando todos estavam
reunidos
O papagaio contou-lhes
acerca de todo o sucedido.
Disse que a menina
havia nascido na casa de Oxum,
Portanto, deveriam
devolvê-la ao rio.
O rei então se deu
conta de que a menina era sua neta
E devolveu-a ao rio
onde nascera.
A criança cresceu
protegida por Oxum.
Essa menina
era Oiá - Iansã.
OXUM É CONCEBIDA POR
IEMANJÁ E ORUNMILÁ
Um dia, Orunmilá saiu
de seu palácio
Para dar um passeio
acompanhado de todo o seu séquito.
Em certo ponto deparou
com outro cortejo,
Do qual a figura
principal era uma mulher muito bonita.
Orunmilá ficou
impressionado com tanta beleza
E mandou Exu, seu
mensageiro, averiguar quem era ela.
Exu apresentou-se ante
a mulher com todas as reverências
E falou que seu Senhor,
Orunmilá, gostaria de saber seu nome.
Ela disse que era
Iemanjá, rainha das águas, e esposa de Oxalá.
Exu voltou a presença
de Orunmilá
E relatou tudo o que
soubera da identidade da mulher.
Orunmilá, então, mandou
convidá-la ao seu palácio,
Dizendo que desejava
conhecê-la.
Iemanjá não atendeu de
imediato ao convite,
Mas um dia foi visitar
Orunmilá.
Ninguém sabe ao certo o
que se passou no palácio,
Mas o fato é que
Iemanjá ficou grávida após a visita a Orunmilá.
Iemanjá deu à luz uma linda
menina.
Como Iemanjá já tivera
muitos filhos com seu marido,
Orunmilá enviou Exu
para comprovar se a criança
Era mesmo filha dele.
Ele devia procurar sinais no corpo.
Se a menina
apresentasse alguma marca,
Mancha ou caroço na
cabeça seria filha de Orunmilá
E deveria ser levada
para viver com ele.
Assim foi atestado,
pelas marcas de nascença,
Que a criança mais nova
de Iemanjá era de Orunmilá.
Foi criada pelo pai,
que satisfazia todos os seus caprichos.
Por isso cresceu cheia
de vontades e vaidades.
O nome
dessa filha é Oxum.
Fonte: MITOLOGIA DOS
ORIXÁS. Reginaldo Prandi. Companhia das Letras, 2001
terça-feira, 1 de abril de 2014
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)













.jpg)


