domingo, 15 de julho de 2012

1 ANO QUE MINHA AMADA FILHA RAIZA VOLTOU A PÁTRIA ESPIRITUAL

HOJE FAZ 1 ANO QUE MINHA AMADA FILHA RAIZA VOLTOU A PÁTRIA ESPIRITUAL! 
LEMBRANDO DO "LADO DE CÁ" A LINDA FESTA QUE FIZEMOS QUANDO ELA COMPLETOU 1 ANINHO DE EXISTÊNCIA AQUI, NATURALMENTE A EMOÇÃO CALA FUNDO NO MEU CORAÇÃO...
SEI QUE ONDE ELA ESTÁ AGORA A LUCIDEZ É OUTRA, POIS A SAÍDA DA VESTIMENTA CARNAL, LIBERA O ESPÍRITO DESSA CRONOLOGIA TERRENA, POR ISSO SOLICITO AO "SENHOR DOS VENTOS" QUE SOPRE A MINHA QUERIDA FILHA A MENSAGEM MAIS TERNA DO MEU CORAÇÃO AGORA, FAZENDO COM QUE A BRISA DO MEU AMOR LHE TOQUE O ESPÍRITO COMO UMA CHUVA DE PÉTALAS DE ROSAS DE MUITAS CORES, CANTANDO AS BENÇÃOS DE MARIA, A ROSA MÍSTICA DE NAZARÉ...
MEU AMOR, NA CONVICÇÃO DE QUE UM DIA A SAUDADE DA PRESENÇA SERÁ MINIMIZADA PELO NOSSO REENCONTRO, QUERO LHE DIZER MAIS UMA VEZ QUE NÃO ACREDITO NA MORTE COMO UM FIM, E SIM COMO UMA BREVE SEPARAÇÃO, NO EXERCÍCIO DO DESAPEGO, E QUERO DEDICAR CADA DIA DA MINHA EXISTÊNCIA A CERTEZA DE OUTRAS PARTILHAS COM VOCÊ NO FUTURO...
DEUS SEJA A LUZ DA SUA APRENDIZAGEM ENTRE OS ESPÍRITOS.
EU TE AMO SEMPRE, MEU MAIOR TESOURO!
BEIJOS DA MAMÃE,
IARA.

Evangelho no Lar


segunda-feira, 9 de julho de 2012

EMOÇÕES & QUALIDADE DE VIDA


Iara da Silva Machado

Vive-se um momento planetário onde a busca da qualidade de vida é foco de inúmeras discussões sobre saúde humana.
Parar para escutar no interior de cada ser o que é qualidade de vida para si, pode ser útil para demarcar prioridades nos diversos contextos onde está inserido desde o pessoal doméstico familiar até o social mais secundário e pouco rotineiro.
É interessante que comece pelo ambiente familiar, perguntando-se: Qual a emoção predominante no ambiente íntimo? Como é o relacionamento com os parentes mais próximos no dia a dia?
Quando a energia emocional predominante e individual está consciente poder-se-á fazer escolhas de mantê-la, modificar parcialmente ou investir esforço pessoal para mudar bastante determinados padrões de conduta que causam danos e mal estar a si e aos demais na intimidade do lar. Por exemplo, se há a percepção de um padrão comportamental irritadiço ou apático, raivoso ou omisso, etc essas formas de lidar com os outros podem gerar desencontros; se é aceito que a conduta é constante e inadequada, a pessoa pode buscar meios de entender porque age frequentemente daquela maneira negativa consigo e com os demais e a partir daí melhorar a qualidade de relacionamentos proximais, refletindo naturalmente na qualidade de vida.
É mais fácil lidar com questões externas desagradáveis quando a pessoa está em paz consigo mesma, caso contrário, pode-se transferir para o ambiente de trabalho, nas relações sociais, as frustrações e insatisfações que se prolongam no âmbito doméstico familiar. Esses fenômenos comportamentais são denominados de projeções egoícas, que funcionam como energias psíquicas transferidas de um lugar primário para outro.
É dessa forma que inconscientemente pode-se projetar no colega de trabalho energias emocionais mal resolvidas com os parentes, prejudicando o desempenho e imagem da pessoa no ambiente profissional, pela má elaboração dos conteúdos pessoais que vazam a revelia para contextos indevidos.
Na atualidade o investimento no autoconhecimento das pessoas tem sido incentivado para além da saúde convencional organicista, através de programas de ações sociais e humanitários, instituições religiosas e educação da Alma, movimentos holísticos, ONGs com visões integrais, dentre outros que priorizam o reconhecimento do ser humano como um “grande” agente modificador da natureza.
Assim quanto mais consciente tiver a pessoa da sua potencialidade de humanização, mais ela poderá cuidar de Si e auxiliar o despertar de outros, no intuito de qualificar não só a sua existência, mas também reconhecer que tudo e todos são interligados por teias poderosas de possibilidades de vivência da amorosidade.
A medida que as pessoas validarem a sincronicidade dos pensamentos, sentimentos e ações como portas de contato para a integralidade do Ser; maiores as probabilidades de pacificação das manifestações emocionais, favorecendo nos diversos contextos uma qualidade de vida com possibilidades mais harmônicas.


domingo, 10 de junho de 2012

RELAÇÕES AFETIVAS


Iara da Silva Machado

Quando se fala de relações afetivas é comum pensar-se nas trocas emocionais que experimentam as famílias, os amigos, colegas e conhecidos, estabelecendo um grau de proximidade ou afastamento dessas pessoas no cotidiano.

Daí, a classificação em relações “íntimas” ou “sociais”, logo as relações afetivas são aquelas que envolvem afeto, ou seja, emoções e sentimentos positivos ou negativos, em maior ou menor intensidade.

É adequado afirmar-se que construímos relações afetivas ao longo da vida em todos os contextos nos quais transitamos, porém são nos lares que essas relações se expressam de modo mais intenso, devido a proximidade diária e reconhecimento das fragilidades e potencialidades manifestas por cada um.

Eckhart Tolle em seu livro Praticando o poder do AGORA, afirma que “o verdadeiro amor não tem oposto”. Quando reflete que não se pode afirmar que se ama uma pessoa num momento, e no instante seguinte agredir essa mesma pessoa. Argumenta que quando esse comportamento acontece, não é a manifestação do amor que está presente na relação e sim uma compensação do ego, que provisoriamente encontra na outra pessoa uma possibilidade de “preenchimento”, só que, como não é legítima, a diluição disso pode gerar níveis altos de frustração e daí o ato inadequado.

Ora, o ser humano busca satisfação, bem estar e sentido existencial. Como ainda não descobriu a potencialidade em “si mesmo” acredita-se que os outros são responsáveis pela felicidade almejada, portanto, também da felicidade que não chega.

Assim, o desafio que aguarda a todos é a internalização de que cada um é responsável pelo seu próprio bem estar e que as pessoas a nossa volta são companheiros (as) de viagem, na busca de suas próprias verdades e realizações, e que poderemos até sonhar juntos, sonhos possíveis e trabalharmos para alcança-los, mas não podemos, nem devemos depositar no outro a obrigatoriedade de que esses sonhos se concretizem, pois corre-se um grande risco desse projeto naufragar e a pessoa alimentar a imensa ilusão de que a culpabilidade do insucesso é do outro; terceirizando equivocadamente a responsabilidade que é antes de tudo do si mesmo, pela escolha que fez de está ali, naquela situação, naquele exercício, naquele compromisso, naquele lugar...

Relações afetivas não deveriam ser prisões emocionais, e sim um grande laboratório de trocas humanas, de expressões genuínas, de “falas do coração”, de verdades pessoais sem medo de assumir “sentimentos negativos e emoções menos dignas”. As vivências afetivas poderiam ser momentos de fé na vida e celebração da existência, com todas as lágrimas que precisam ser drenadas e também com todos os sorrisos que precisam ser vividos.

Uma verdade perene é a transitoriedade da vida e a impermanência de tudo que é manifesto, a fluidez do estado de coisas é algo indomável para o ser humano, como se a própria natureza estivesse a dizer que realmente só temos o AGORA para usufruir, logo, poderemos escolher vive-lo com o máximo de qualidade positiva e no fluxo da energia do amor, que gera saúde integral para o ser, porque é a matriz do viver.

Assim, as relações afetivas são as nossas oportunidades de deixar florescer em nosso próprio ser o melhor de cada um que compartilhar conosco um quanto dos seus corações e de doar para esses a boa parte da nossa essência, semeando o perdão, o amor, a fé e a gratidão.